Obra de Burle Marx é
representada em formar e ritmos
A
partir do dia 15 de julho o público poderá conferir o
novo espetáculo do Atelier de Coreografia, Paisagem Concreta,
sob a direção de João Saldanha. Há vinte
anos a companhia desenha uma das singularidades da dança carioca
num jogo entretecido pela matéria/gesto/coreográfico e
sua relação com a partitura espacial. O espetáculo,
que fará uma temporada de um mês no Teatro I do Centro
Cultural Banco do Brasil Rio, segue o conceito de Roberto Burle Marx
e molda formas e ritmos que expressam o saber desse artista.
A organização espacial, os aspectos dinâmicos da
forma e das cores e os ritmos propostos por Burle Marx são apresentados
nos corpos dos intérpretes Celina Portella, Fernando Klipel,
Jamil Cardoso, Laura Samy e Vivian Miller. Em Paisagem Concreta, se
estabelece um diálogo entre a estrutura e a figura, a ação
e o espaço, as áreas onde as sensações e
os instintos são estimulados por um jogo de luz e sombra, concebido
pela parceria de Adelmo Lapa e Saldanha.
Segundo João Saldanha, o espetáculo é todo feito
de ritmos e coloca em jogo a própria estrutura do corpo, que
desloca e propõe, a cada instante, uma nova escala espacial.
“Assim como num jardim de Burle Marx, o que está oculto
ao primeiro olhar logo se revela potente em forma e tamanho e a cada
novo contato transforma-se e surpreende pelas diversas camadas de uma
vibrante paleta”.
Os intérpretes funcionam como agentes formadores de paisagens,
para compor um corpo sonoro refinado de correspondências entre
músicas, cores e movimentos.
“Entendemos que a realização de um trabalho coreográfico
com suas referências estéticas torna-se um estímulo
e uma forma de preservação cultural. Burle Marx ajuda-nos
a entender melhor a relação do homem urbano com o tratamento
de espaços”, afirma João Saldanha.
O público poderá observar detalhes do que acontece dentro
de uma instalação modular de madeira trazendo o sentido
de passeio sob perspectivas diversas, concebido por Marcelo Braga, sem
que os intérpretes percebam a sua presença. Os figurinos
são de Pia Franca, a iluminação concebida por Adelmo
Lapa, as esculturas são de Marina Vergara e a trilha sonora assinada
por Sacha Amback.
“Por se tratar de um tema instigante e que reflete a nossa herança
cultural de espaços, formas, ritmos e cores, o espetáculo
possibilita a formação de novas plateias de dança”.
(João Saldanha)
Sobre
Roberto Burle Marx:
A obra de Roberto Burle Marx começa nos anos 30 e prossegue inovadora
até os dias de hoje. Através das paisagens que construiu,
sempre deu particular atenção aos aspectos dinâmicos
da percepção. Sua participação na definição
da Arquitetura Moderna Brasileira foi fundamental, tendo participado
das equipes responsáveis por diversos projetos célebres,
como o terraço-jardim que projetou para o Edifício Gustavo
Capanema que é considerado um marco de ruptura no paisagismo
brasileiro. Burle Marx, recebeu a Comenda da Ordem do Rio Branco do
Itamaraty, em Brasília (1971); título Doutor Honoris causa
da Academia Real de Belas Artes da Haia, Holanda (1982); título
Doutor Honoris causa do Royal College of Art, em Londres (1982). Projetou
mais de dois mil jardins ao longo de sua vida.
Sobre João Saldanha: João Saldanha estudou
dança moderna na Inglaterra e na França. No Brasil, estudou
ballet com Tatiana Leskowa, Nora Esteves, entre outros. Como professor
atuou nas faculdades Angel Vianna, na Florida University e na New World
School of the Art – USA. Como maître atuou nas companhias
de Deborah Colker e Lia Rodrigues. Há 21 anos, com a sua Cia
– O Atelier de Coreografia – pontua a qualidade da dança
carioca no Brasil e no exterior, com reconhecimento do público
e da crítica especializada.
Recebeu diversas premiações, entre elas, o Prêmio
Klaus Vianna (2006); Icatu Holding (2005), pelo conjunto de sua obra
(com residência na Cité des Arts-Paris); Bolsas Vitae (2004)
e Prêmio Estímulo do Governo do Estado do Rio de Janeiro
(1998). Seu trabalho circulou pelos principais festivais e teatro do
país.
Serviço:
"Paisagem Concreta
Atelier de Coreografia
Temporada: até 01 de agosto de 2010
Horário: quarta a domingo, às 19h00
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro I (Rua Primeiro
de Março, 66 – Centro)
Ingresso: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia)
Horário da bilheteria: terça a domingo, das 10h às
21h
Informações: (21) 3808-2007
Gênero: Dança
Duração: 60 minutos
Capacidade: 175 lugares
Classificação Indicativa: 12 anos
Ficha Técnica
Direção e Coreografia - João Saldanha
Dançarinos – Celina Portella, Fernando Klipel, Jamil Cardoso,
Laura Samy e Vivian Miller
Figurinos - Pia Franca
Cenografia – Marcelo Braga
Esculturas – Marina Vergara
Desenho de Luz e Fotos – Adelmo Lapa
Desenho Gráfico - Vivian Miller
Trilha Sonora Original – Sacha Amback
Produção Executiva - Sonja Gradel
Assessoria de Imprensa – Daniella Cavalcanti
Realização – Atelier de Coreografia
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CIA BORELLI DE DANÇA APRESENTA “MORTE
- MANIFESTAÇÃO E REFLEXÃO” COM OS ESPETÁCULOS
“VERSOS ÍNTIMOS” E “PONTO FINAL DA ÚLTIMA
CENA”
Cia. Borelli de Dança estreia coreografias incorporadas
ao seu repertório
De 28 de julho a 15 de agosto, a Cia. Borelli traz ao palco do Kasulo
Espaço de Cultura e Arte os espetáculos “Versos
Íntimos” e “Ponto final da última cena”,
obras que integram o projeto “Morte – Manifestação
e Reflexão”, contemplado pelo 7° Programa Municipal
de Fomento à Dança.
“Morte – Manifestação e Reflexão”
tem como proposta agregar espetáculos que tem como matriz criativa
principal a morte.
Nestes espetáculos, o coreógrafo Sandro Borelli mostra
uma combinação de linguagens do teatro e da dança,
focalizando a figura humana na sua verdadeira essência: fraco,
covarde, inseguro e solitário, do nascimento à morte.
Em “Versos Íntimos” o coreógrafo se inspira
na fragilidade das relações humanas, transitando nas ambigüidades
“amor e ódio” como amantes inseparáveis.
Em “Ponto final da última cena” busca na doença
do “Mal de Alzheimer” elementos para construir uma poética
de recordações, apresentando o ser humano encarcerado
em si mesmo até a morte.
Nestes dois espetáculos o que interessa é dilaceração
física, moral e espiritual. Assume - se, assim, a busca por uma
imagem nua e crua da figura humana, tendo a morte como companheira vital
e necessária para a sua libertação.
Tudo o que é posto em cena é feito sem concessões,
com a convicção de que a arte lida não apenas com
a estética, mas também com a ética, procurando
o entroncamento entre reflexão e diversão.
Cia Borelli de Dança
Companhia de dança independente sediada na cidade de São
Paulo que desenvolve pesquisas e criações (desde 1997)
acumulando em seu repertório dezenove peças coreográficas.
O desejo de questionar a existência humana, suas contradições
e incertezas, nutre o trabalho da cia buscando elementos entre a violência,
o prazer, a leveza e a dor. A Cia. Tem como objetivo a fusão
entre a manifestação e reflexão na construção
da sua estética. Uma espécie de guerrilha silenciosa e
ininterrupta.
Com suas coreografias contundentes Sandro conquistou cinco prêmios
da Associação Paulista dos Críticos de Arte, 2º
Prêmio BRAVO Prime de Cultura em 2006 e Prêmio SESC SATED/Belo
Horizonte/MG em 2007.
Serviço:
De 28 de Julho a 15 de Agosto
Quarta a Sábado às 21h e Domingo às 19h.
KASULO – ESPAÇO DE CULTURA E ARTE
Rua Sousa Lima, 300, Santa Cecília São Paulo.
Próximo a estação Marechal Deodoro do metrô
e do Teatro São Pedro.
Fone: 3666 7238 - ciaborellidedanca@gmail.com
WWW.ciaborellidedanca.com
Ingressos: R$ 5.00 (inteira) e R$ 2.50 (meia entrada)
Capacidade: 40 lugares
Ficha Técnica
Elenco: Danilo Firmo, Djalma Moura, Elizandro Carneiro, Mariana Gomes,
Mariana Molinos, Maira Barbosa, Poliana de Lima e Vanessa Macedo.
Direção Geral, Concepção e Coreografia:
Sandro Borelli.
Iluminação: André Prado
Trilha Sonora: Gustavo Domingues
Preparação Corporal: Fernanda Bueno, Miriam Druwe e Elizandro
Carneiro
Figurino: Sandro Borelli
Produção Executiva: Camila Bronizeski.
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Companhia Híbrida apresenta Cidade
Híbrida: uma ocupação do teatro Cacilda Becker
A Companhia Híbrida de Renato Cruz, Através do Edital
FUNARTE de ocupação dos espaços cênicos,
tem o prazer de convidá-los para a Cidade Híbrida! Espetáculos
a preços populares, oficinas gratuitas de iniciação
a Dança de Rua e metodologia de ensino de Dança de Rua,
palestras, performances na rua e mais!
Espetáculos das Companhias:
Membros Companhia de Dança / 3 e 4 de julho (sáb. e dom.)
Companhia de Dança da Cidade / 9, 10,11, 16,17 e 18 de julho
(sex., sáb., e dom.)
Companhia Híbrida / 23, 24, 25, 30 e 31 de Julho 6, 7 e 8 de
agosto (sex., sáb., e dom.)
Nos dias 14 e 15 de agosto teremos a Arena Híbrida, batalha de
b.boys que vai pra sua sexta edição! |
II Worshop de Técnica e Repertório
de Martha Graham
Tadej Brdnik, primeiro bailarino da Martha Graham Dance Company virá
mais uma vez ao Rio de Janeiro difundir uma das técnicas mais
complexas e sofisticadas da dança mundial, acompanhado pela idealizadora
do projeto, a bailarina, pesquisadora e professora de Dança Moderna
Andrea Raw Iracema, também formada pela Martha Graham School
em Nova York.
As aulas de técnicas e repertório serão ministradas
diariamente, de segunda a sexta-feira, durante o período do workshop,
num total de 60 horas de curso. As aulas de técnica serão
ministradas em dois níveis: iniciação e itermediário.
Ao final das duas semanas, os trabalhos serão apresentados no
Espaço Cênico do Centro Coreográfico, aberto ao
público.
De 19 a 30 de julho no Centro Coreográfico do
RJ (Rua José Higino, 115 - (21)2570-1247)
www.dancamoderna.com.br
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Espetáculo de dança contemporânea
chega a Belo Horizonte e Rio de Janeiro
O espetáculo de dança contemporânea 6 Instantes
de Solidão será apresentado em Belo Horizonte, no dia
16 de julho, e no Rio de Janeiro, de 29 de julho a 1º de agosto.
Sob direção de Rodrigo Pederneiras, a bailarina Jacqueline
Gimenes realiza um solo ao som de Suíte nº 2 para Violoncelo
de Johann Sebastian Bach, executada ao vivo pelo violoncelista Antônio
Viola. O projeto retoma a parceria de Jacqueline com o coreógrafo
Rodrigo Pederneiras, iniciada há 13 anos. Financiado com recursos
concedidos à bailarina pelo Prêmio Funarte de Dança
klauss Vianna 2009, o espetáculo apresenta, ao final, um bate-papo
com a ela e com o violoncelista Antônio Viola sobre o processo
de criação artística e interpretação.
Serviço:
Espetáculo:
6 Instantes de Solidão
Solo de Jacqueline Gimenes
Coreografia: Rodrigo Pederneiras
Música: Suíte Nº2 para violocelo de J.S. BACH
Violoncelo: Antonio Viola
Dias 29, 30, 31 de Julho (quinta, sexta e sábado), às
21h
Dia 1 de agosto (domingo), às 19h
Teatro Poeira
Rua São João Batista, 104 – Botafogo – Rio
de Janeiro - RJ |
Edital 2010 - Festival de Dança de
Londrina
Em 2010, o Festival de Dança de Londrina será realizado
de 8 a 17 de outubro. Idealizada em 2003 pela Associação
dos Profissionais de Dança de Londrina e Região Norte
do Paraná (APD), a iniciativa surgiu para promover o intercâmbio
entre a produção local de dança e das demais regiões
do país.
Consolidado em âmbito nacional, o Festival de Dança de
Londrina convida a sua companhia a participar da 8ª edição,
que conta com o patrocínio da Prefeitura do Município
de Londrina, Secretaria Municipal de Cultura - PROMIC e Caixa Econômica
Federal. Acesse o site. |
Prêmio Desterro prorroga
prazo de inscrição
20 a 22 de agosto de 2010 em Florianópolis/SC
Bailarinos de todo o Brasil podem se inscrever no I Festival de Dança
de Florianópolis até o dia 30 de julho Atendendo a solicitação
de bailarinos, principalmente dos que residem fora de Santa Catarina,
os organizadores do Prêmio Desterro - I Festival de Dança
de Florianópolis estenderam o prazo de inscrição
em 25 dias. Desta forma, os candidatos terão mais tempo para
se organizar e preparar as coreografias concorrentes. Escolas, academias,
grupos, companhias e dançarinos profissionalizados ou não
de todo o País devem enviar suas fichas por meio do site oficial
www.premiodesterro.com.br e a documentação solicitada
remetida por Sedex (valendo a data do carimbo dos Correios) até
o dia 30 de julho. O formato do festival estabelece duas categorias
de faixa etária: júnior (nascidos de 1994 a 1996) e adulto
(nascidos até 1993). Os gêneros de dança aceitos
são balé clássico, dança contemporânea,
dança de rua, dança de salão, danças populares,
jazz e sapateado. Dependendo da modalidade, da categoria e do subgênero
(solo, duo ou trio e conjunto), as coreografias devem ter duração
máxima de três a seis minutos. Para os conjuntos, é
obrigatória a quantidade mínima de quatro bailarinos.
Cada grupo ou bailarino poderá inscrever até quatro trabalhos
por gênero, sendo dois em cada categoria (júnior e adulto).
As taxas de inscrição por bailarino têm os seguintes
custos: *Até 19 de junho - conjunto (a partir de quatro bailarinos):
R$ 25,00; trio: R$ 30,00; duo: R$ 35,00; solo: R$ 45,00. Assistentes,
diretores e coordenadores pagam R$ 15,00, independente do número
de coreografias inscritas. Coreógrafos são isentos. *Após
19 de junho - conjunto (mais de quatro bailarinos): R$ 30,00; trio:
R$ 35,00; duo: R$ 40,00; solo: R$ 50,00. Assistentes, diretores e coordenadores
pagam R$ 15,00, independente do número de coreografias inscritas.
Coreógrafos são isentos. Estes valores correspondem à
participação dos bailarinos em apenas uma coreografia.
Quem for dançar em outro trabalho deverá pagar taxa adicional
de R$ 15,00 por coreografia. A lista dos participantes da primeira edição
do Prêmio Desterro será publicada no site oficial do evento
até o dia 5 de agosto. As noites de apresentação
ocorrerão no Teatro Governador Pedro Ivo, anexo ao Centro Administrativo
do Governo do Estado, na Capital, de 20 a 22 de agosto. Avaliação
e premiação Cinco profissionais de reconhecimento nacional
na área da dança formarão a comissão julgadora
e escolherão os três primeiros colocados em cada um dos
sete gêneros. Descartando-se a maior e a menor nota aferidas,
serão somadas as outras três para a média final.
O primeiro lugar será o que atingir a maior média acima
da nota 9; o segundo, a média imediatamente inferior ao primeiro
lugar e acima de nota 8; e o terceiro, a média imediatamente
inferior ao segundo lugar e acima de nota 7. Será distribuído
aos vencedores um total de R$ 17 mil. O primeiro classificado em cada
gênero receberá R$ 1 mil em dinheiro e troféu. A
estatueta também será concedida aos segundos e terceiros
colocados. Além disso, será oferecido o Prêmio Desterro,
no valor de R$ 10 mil, ao grupo eleito o melhor do festival. A escolha
será feita por um júri composto por três integrantes
da primeira comissão julgadora e mais dois membros da comissão
organizadora. Assessoria de comunicação: Marcos Reichardt
Cardoso (SC 00461 JP) (48) 9972-0991 marcosreichardtcardoso@yahoo.com.br
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